quarta-feira, 1 de julho de 2009

monsters inc...

um vídeo não oficial com mais de 12 milhões de visitas. utilização indevida em comícios do UMP, o partido do presidente da república francês nicolas sarkozy que valeu aos MGMT uma indemnização simpática de 30 mil euros.... a canção KIDS do álbum orcular spectacular tem finalmente um vídeo oficial.



ah os 30 mil euros foram doados a uma associação de defesa de artistas...

x.

ps.: há muito que postar... muitíssimo. assim que tiver as condições óptimas começo...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

estes moços tocam belas canções!



como já havia feito no passado quando algo de semelhante aconteceu 
a alguém do mesmo foro de importância, vou novamente dedicar um tema 
- de uma outra das minhas bandas de sempre - a uma nova etapa de um 
fulano que já se via que queria mais qualquer coisita do que ver séries com a 
malta, levar cabazadas do barça e sentar-se com a gente para falar de tudo e outros assuntos. :)

boa fortuna a vós*

"she lives by the wall / and waits by the door / she walks in the sun to me"

sinceramente,
r.

recorrências # ?



lembrada hoje por uma mão invísivel mas muito querida deste blog...

x.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

who's bad?

no verão de 1982 aterrei em madison… na realidade aterrei no aeroporto internacional de Chicago e daí parti para madison, capital do vizinho estado de wisconsin. eu tinha pouco mais de dois anos. os dados começam a ganhar relevância para este post apenas uns meses mais tarde. em novembro de 1982 michael jackson lançou aquele que é o disco mais vendido da história da música, thriller


é este disco que marca o princípio da minha vida e por conseguinte é ele a minha primeira referência musical. é por isso que não posso deixar passar a morte daquele que foi o meu primeiro ídolo com apenas uma data e um vídeo. conta a minha mãe que um dia entrei de rompante pela casa dentro com uma caixa de cartão desfeita e muito sério disse: breakdance.

lembro-me ainda de um dia ficar a dormir em casa do meu amigo hondurenho, o carlitos… ambos de 3 anos. de noite, quando as luzes se apagaram, os dois nos nossos colchões cantávamos e dançávamos beat it. se alguma vez se preguntaram onde é que eu fui buscar o gosto por estar acordado até tão tarde e de dançar… aqui pode estar um resposta.


Ah o pequeno almoço foram doughnouts em frente da televisão a ver o he-man… i did have the power!


depois disso afastei-me do rei da pop e da sua música. a mudança de cor, a estranha casa/parque infantil e as muito estranhas aproximações a menores de idade que lhe valeram diversas acusações de pedofilia e que o arruinaram financeiramente, são o lado escuro de um homem que terá tido um crescimento muito díficil marcado pela pressão da motown e do pai durante a fase dos jackson 5.

agora que michael jackson nos deixou grandes músicas… ai isso deixou e dançá-las será sempre um grande prazer. agora já sem a destreza nem os passos dos 3 anos…
x.

Michael Jackson (1958 - 2009)


Guess he's cloudwalking now...
a.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Guilty pleasures (I)

Estava eu nas lides matinais, ainda antes do banho, quando me lembrei de ligar a televisão num daqueles canais de música que a Tv Cabo oferece e que, na maioria das vezes, só tem cocó. Verifiquei que estavam a fazer uma espécie de homenagem ao George Michael e dei por mim a bater com o pézinho ao ritmo da música. Fiquei preocupado, porque estava de boxers e o George estava a olhar directamente para mim (juro!), mas rendi-me a este simples facto: gosto da música do rapaz.

Queria ainda aproveitar para reafirmar e sublinhar a negrito toda a extensão da minha potentíssima heterossexualidade.

De maneiras que era isto.
Obrigado.





P.S. - Companheiros, coloquei aquele (I) porque parece-me que Guilty Pleasures não será apenas o título deste post, mas o nome de uma vastíssima playlist que será enriquecida ao longo dos anos vindouros. Aproveitem a dica, lembrem-se das noites dos Santos e postem aqui todos aqueles êxitos que tão alegremente cantámos ao nascer do sol.


a.

O coração do João mudou

Estava a dever um post ao blog.
Falta de tempo e problemas de memória.
Estive no Maxime, no último concerto do João Coração, que mudou que mudou e trouxe guitarra, bateria, clarinete, teclas, banjo... uma mistura de instrumentos que trouxe um som regenerador ao homem da Flor Caveira que gosta de guardar o melhor pro fim.

Houve uma cover dos Beatles, houve uma tentativa de kizomba ("somos demasiado brancos!"), mas o que gostei mesmo de ouvir foi a música nova do Muda que Muda. Gosto mais.

Ah, o design do disco é do nosso r.!
(Podias anexar aqui uma foto...
Este momento foi da minha exclusiva responsabilidade.)


a.

como o arnaldo sabiamente o afirmou "i'll be back"

ora,
cá regresso após dois meses e qualquer coisita.

na verdade não é que tenha nada a querer partilhar. isto é só mesmo para provar aqui aos outros dois subaquáticos que a promessa que lhes fiz foi mesmo com a mão direita sobre o coração.
é que durante uns tempos armei-me em gajo que já passou à uns tempos os 18 e achei que tudo o que faria a partir dali tinha de ser à adulto, sempre com uma finalidade responsável, empreendedora, sempre num registo "plano poupança reforma". consciente dos meus novos destinos mando-me para lisboa e vou jogar playstation para casa do a. enquanto o x. fazia umas brutais panquecas que se comeu com doce de abóbora, e apercebo-me que isto de ser adulto é mas é pa meninos. cena de gajo é dar coça no a. com o barça, dançar com estranhas nos santos, comer as panquecas (salvo seja) do x. e ter um blog de música e receitas com os amigos.

ora,
cá estou eu após dois meses e qualquer coisita.

r.

bom,
não é verdade que me vá embora sem deixar uma prenda à porta.
cá está o que peço sempre ao dj quando estou já naquela fase de quem bebe cerveja como a coisa mais doce, numa disco indie meia underground onde o rock é o que mexe o corpo.


segunda-feira, 22 de junho de 2009

Grizzly Bear - Veckatimest (2009)


Difícil é escolher uma música para colocar aqui.
Sendo assim, escolho duas, mas consciente de que deixo de lado 10 muito, muito boas e que devia ser espancado por causa disso.
Não estarei a abusar se disser que estamos, muito provavelmente, perante um dos discos do ano.



a.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

what can i say...



Forgetful heart, like a walking shadow in my brain
All night long I lay awake and listen to the sound of pain
The door has closed forever more
If indeed there ever was a door

forgetful heart, together through life, bob dylan 2009
x.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O regresso...

... com Manuel Cruz.



Então vamos lá fazer aquela coisa do "voltar a escrever no blog", sim?
a.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

segunda-feira, 13 de abril de 2009

great tunes and a girl on the bass

não,
não é (só) pela baixista. não é pela semelhança imediata dos saudosos bons tempos dos Pixies, Sonic Youth ou Smashing - se bem que o rock mais agressivo também não tem ficado mal ao Corgan - não é pelo bom ar do video clip, não é por nada especial,

mas é pela boa nova que têm sido estes Silversun. há muito, muito mesmo, que não me sentia tão bem com o indie/alternative rock e esta malta veio mostrar que não há alturas certas para se praticar bem qualquer género musical. a boa música encontra sempre quem lhe dê a devida atenção, independetemente do ano.
concordo que se em vez de terem formado, ou melhor lançado o seu debut Pikul em 2005, o tivessem feito dentro da onda dos 90's a coisa estava já no patamar dos clubes de fãs, tour mundial e t shirts e crachás na fnac. mas assim sendo, comercialmente, a coisa fica, de facto, fora de época. é a unica desvantagem. 
portanto,
a fnac não quer saber mas o rock agradece. e eu, se fosse o rock, agradecia em carta personalizada. 

por mim, fica um sincero
thank you boys! keep on rocking and making me have fun!

r.


e em respeito à tradição dos unpluggeds, fica a versão acústica

 

quinta-feira, 2 de abril de 2009

How's this for a birthday present?

Parabéns, x.
Se tiveres uma caixa mesmo muito grande no correio é ela.


a.

segunda-feira, 23 de março de 2009

sábado, 14 de março de 2009

It will be our secret

Gosto de tropeçar numa música e perceber que foi escrita para mim - imodéstia, eu sei.
Impossível não sentir a presença de Elliott Smith.


Black hearts, de Remy Balon.
Retirada da banda sonora do belíssimo Half Nelson.
a.

quinta-feira, 5 de março de 2009

recorrências IV



são oito minutos e quarenta e um segundos de música muito belos.

x.

domingo, 1 de março de 2009

portugal: trois points... rectification... éliminé.

pensei falar sobre a 45ª edição do festival da canção… mas é uma notável perda de tempo. há anos que participamos e ainda não percebemos que nem na música ligeira de péssima qualidade somos bons. não é que seja um seguidor. há uns anos valentes e por motivos ligados, uma vez mais, à memória… e também a dionísio e afrodite e suponho que a uma neska que era toda ela uma dancing queen … tornei-me fã dos… sim, dos abba. é a este grupo sueco que se resume a minha relação com o festival.

agora a sério o festival foi uma desgraça. uma parte das canções eram imitações rascas de fórmulas ganhas no passado e não por nós. o resto uma sucessão de músicas carregadas de clichés nacionais que se repetem ano atrás de ano. não há renovação e menos inovação. o júri, responsável pela selecção das 12 canções concorrentes, é o mesmo que avaliava o chuva de estrelas em 1995… isso diz muito. os intérpretes, para além de alguns concorrentes da OT e a aclamada pela crítica sopeira, luciana abreu… são personagens que acreditava terem tido o bom senso de desaparecer do panorama… hum… de todos os panoramas. tão velhas na música que fazem como nas piadas que dizem. respondia a nucha, ainda no telejornal, à pergunta “qual é a sensação?”, “é uma sensação de absorção”… i made my point. (um aparte jornalístico a própria pergunta é estúpida)

mantenho desde há uns bons anos… uma teoria que desenvolvi na mesma época em que os abba passaram a fazer parte da minha selecção musical para uma festa de arromba… mas incongruências à parte, a teoria é a seguinte: participar na eurovisão devia ser uma matéria de estado. o governo, em prol da defesa do interesse nacional, deveria legislar contra a participação portuguesa em tal evento. o argumento utilizado só poderia ser o do enaltecimento dos valores nacionais. portugal retira-se da eurovisão por considerar que o festival não atinge os valores estéticos e artísticos mínimos para uma europa de excelência. seria uma declaração magnífica de unilateralidade digna de uma potência decadente como a rússia… que é o que falta, muitas vezes, a este país.

oops e não é que falei da maldita 45ª edição do festival da canção?

x.