x.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
recorrências I
x.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Super... Super Rock
The killers em Lisboa e Depeche Mode no Porto.
E bilhetes caros, como sempre.
Mais informações aqui.
a.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Closed
Lá se vai o sonho de um dia ver um concerto no London Astoria.Encerrou no dia 15 de Janeiro, por causa do Crossrail Act - vai dar lugar a uma extensão da rede ferroviária. Viva o progresso!
O P2, do Público, diz que é "mais um destroço de memórias pop".
E é. Radiohead, Nirvana, Rolling Stones, David Bowie, Oasis, Blur, todos deixaram a marca numa das principais salas da cena musical londrina.
a.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
happiness and birds

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
suas meretrizes...

eu aproveito duas coisas: a ideia e o tempo livre para, pelo preço que considerarem justo, oferecer conversa.
x.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
o mercador de veneza
Lorenzo. The reason is, your spirits are attentive:
For do but note a wild and wanton herd,
Or race of youthful and unhandled colts,
Fetching mad bounds, bellowing, and ueighingloud,
Which is the hot condition of their blood,
If they but hear, perchance, a trumpet sound,
Or any air of music touch their ears,
You shall perceive them make a mutual stand,
Their savage eyes turn'd to a modest gaze,
By the sweet power of music: therefore, the poet
Did feign that Orpheus drew trees, stones, and floods,
Since nought so stockish, hard, and full of rage,
But music for the time doth change his nature.
The man that hath no music in himself, Nor is not mov'd with concord of sweet sounds, Is fit for treasons, stratagems, and spoils: The motions of his spirit are dull as night, And his affections dark as Erebus.
Let no such man be trusted. — Mark the music.
act V. scene I.
x.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
a música que 08 nos deu
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
"Every night has a soundtrack"
E de resto, tudo espectacular?
Ok, não me interessa. E não me interessa porque estou aqui para falar do Michael Cera e de como ele está a tornar-se num enorme actor - apesar de não conseguir livrar-se daquela voz de pré-adolescente.
Vi-o primeiro em Superbad, depois em Juno e agora espero vê-lo muito em breve em Nick and Norah's Infinite Playlist (que, já agora, inclui Vampire Weekend, Shout Out Louds e Modest Mouse). Que é como quem diz: saquem lá isso da net com urgência, faxabor.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
haverá, mais logo, uma jukebox perto de mim?
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
primeiro Polly Jean agora Fiona
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
go get some sun screen...
mais que dvds, o que eles vendem são clubes de vídeo em digital video disc... são pequenos exercícios de marketing pensados ao pormenor para o público alvo. assim num só dvd encontramos: os 50 melhores filmes de guerra do vietname; as 25 histórias de amor mais absurdas do século xx; as trinta comédias românticas de meg ryan e tom hanks; o melhor de sylvester stallone; vietname vs iraque; chuck norris vs jackie chan; coelhinhas da playboy vs arnold schwartzenegger; you name it...
bem, amigo meu, stand up comedy, aconselhou, dvd... eu, que não conhecia, rapidamente aceitei o seu conselho e não será necessário dizer que, sendo eu um consumidor sério e voraz de televisão, rapidamante devorei os 17 episódios com gargalhadas maravilhadas. ando agora a consumir as duas últimas temporadas. cada episódio de it's always sunny in philadelphia é um genial tratado de 22 minutos sobre política, cultura, solidariedade, geoestratégia, recursos humanos, amizade, sexo, amor... ou como dar a maior facada no amigo de modo a atingir o máximo de benefício pessoal. 5 personagens egocêntricos e pouco mais do que isso vivem os sonhos mais estapafúrdios que se lhes ocorrem... tendo sempre como príncipio que se o outro conseguiu ele também o conseguirá. meios não importam para atingir os fins... e os fins, sempre inalcançaveis, são retransformados em novas apostas para atingir a fama e a riqueza... ou apenas para perveter a situação.
e como aqui gostamos de dar música, fica um bocadinho do episódio em que decidiram ser estrelas rock.
pioneer to the falls
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
para uma futura catarse...
encontro-me, aliás, neste momento a ouvir o que está disponível no myspace e o ouvido diz-me que gosta e muito... como foi injusta a primeira avaliação sobretudo vindo de alguém que conhece tão bem o que eles cantam.
los campesinos! : we are beautiful, we are doomed [wichita/ arts & crafts 2008]
http://www.myspace.com/loscampesinos
x.
p.s: ah curiosamente, este disco foi, também, gravado em seattle.
i send this smile over to you
foi através de um velho truque que há 14 anos vim a descobrir os Smashing Pumpkins. andava eu, em época natalícia, à caça de albuns na saudosa discoteca aveirense Estúdio Um para incluir na minha lista de presentes desse ano quando vejo uma capa com duas meninas equipadas de asas de fada, numa foto que me pareceu demasiado caseira e pessoal para ser de um album mainstream que naturalmente achasse o seu lugar ao lado dos já habituais U2, George Michael, Madonna ou Metallica. aquele teria de estar ali por outra razão. o nome Smashing Pumpkins não me era totalmente desconhecido, achava eu que já tinha ouvido os gajos fixes do 9º ano lá da escola, aqueles dos cabelos marados, brincos e guitarra às costas falarem deles na fila do bar. "rock à séria!" pensava eu te-los ouvido comentar. curioso, peço para ouvir aquilo que ainda não tinha percebido que segurava, e ao final da faixa seis já estava a contar os trocos que um puto do ciclo tem para a cantina e autocarro, a ver se a coisa bem esticada chegava para o preço que me apresentavam na parte de trás da caixa.
este não foi para a lista, não podia dar-me ao luxo de não o receber. veio nesse dia comigo para me começar a ensinar como o rock deve soar.
desde então, são, e acho que pouco me engano ao afirmar que serão sempre, o maior destaque da minha playlist natalícia. não me há-de ser natal se a disarm não tocar, e nunca passarei bem uma consoada se não ouvir Smashing na manhã desse dia.
em boa verdade, não passarei bem um ano que seja.
"rock à séria" diziam eles, só posso concordar.
quero aproveitar, já que os SP são também para os corações quentes, para renovar a minha alegria de ver o meu irmão Filipe em tão boa nova fase de vida.
sabes que o teu bem estar é parte do meu, como foi bom ver-te assim.
abraço bro,
i send this smile over to you,
r.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Não bebi uma única cerveja no Super Bock em Stock
Tirando isso, o tal festival com música em stock deixou-me de barriguinha cheia. Vi pela primeira vez Zita Swoon ao vivo. Os senhores superaram-se, deram um concerto inesquecível, literalmente rodeados de pessoas (tocaram no meio da plateia) que não arredaram pé do Teatro Variedades até a organização decidir que era melhor pôr música gravada para despachar o pessoal. Foram mal educados com o público e com a banda, mas horários são horários, não é? E nós somos conhecidos internacionalmente pela nossa pontualidade. Percebe-se.
Antes de Zita Swoon, Marcelo Camelo foi outro dos pontos muito, muito altos daquele festival coiso com música em stock. O ex Los Hermanos apresentou-se em palco com mais 7 músicos. Juntos conseguiram atirar para o ar uma confusão de sons capaz de arrepiar. Marcelo Camelo foi muito inteligente a escolhê-los. Foram eles que conseguiram dar ao vocalista a dimensão astronómica que ele atingiu em tantos momentos do concerto.
Uma palavra ainda para o primeiro dia de festival, que tinha um cartaz, na minha opinião, bem mais fraquinho que o do segundo. Ainda assim, gostei muito do concerto de Aquela Ruiva Bem Sexy (A Fine Frenzy, no nome original). Não sendo música de nos fazer arrepiar, a menina Alison Sudol deu um concerto bem divertido. E para além de ser realmente uma ruiva bem sexy bebe chá em palco, o que, só por si, já é interessante de se ver. Eu bebia um chá com ela.
Ficou muito por ver e ouvir, mas não precisei de mais.
a.


